Em seu retorno a Câmara, Anselmo afirma que sofreu “perseguição” política

“Eu não gostaria de desejar o que eu passei a nenhum de vocês. Ao meu pior inimigo, eu não gostaria de desejar”.

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Em seu primeiro discurso no plenário da Câmara de Madre de Deus após retomar seu mandato, o vereador Anselmo Duarte (DEM) afirmou na quarta-feira (1) que não cometeu nenhum crime e que sofreu “perseguição” política.

“É uma perseguição pequena, mesquinha”, disse o vereador ao se referir a “politicagem”.

Após agradecer o apoio dos vereadores e aliados, ele ressalta que é um político de “mãos limpas”.

“Eu não fiz nada, não pratiquei nenhum tipo… Como disseram as redes sociais de ‘desvio de verbas públicas”. Em seguida, ele estendeu a defesa a Tânia Pitangueira, Jibson Coutinho, Adailton do Suape e Jeferson Andrade.

Segundo ele, os cinco agentes políticos que foram acionados pela justiça não fizeram nada de ilícito.

O democrata afirmou sem citar nomes, que tentaram anular sua trajetória política de “forma escrota” e “covarde”. Logo depois, pediu desculpas pelo uso das palavras e justificou que só o seu grupo político sabe o que ele passou: “Eu não gostaria de desejar o que eu passei a nenhum de vocês. Ao meu pior inimigo, eu não gostaria de desejar”. Segundo ele, a sua família “ouviu horrores” de pessoas classificadas por ele como “sem educação”. Depois, chora ao destacar sua historia política no município.

“Essa história ninguém tira: Eu sou plebiscita, emancipalista, constituinte aqui desta casa. Tenho certeza, que o que fizeram comigo vai me dar mais força”, disse o vereador que foi aplaudido ao afirmar que é postulante ao cargo de prefeito em 2020. O parlamentar também garantiu que vai colocar o nome a disposição para presidência da câmara.

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