Envolvidos na morte de seguranças também torturaram e mataram PM em Santa Cruz

Também participaram da morte do PM o Willian dos Santos Santana (Chokito), Cleber Costa Soares (Keka) e Emerson dos Santos (Leno), que estão sendo procurados pela polícia.

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Os responsáveis pela morte de três seguranças que trabalhavam no ensaio da banda Harmonia do Samba, em fevereiro de 2017, também estão envolvidos na morte do cabo PM Gustavo Gonzaga da Silva, torturado e assassinado no bairro de Santa Cruz, no Nordeste de Amaralina, em 8 de junho deste ano.

Pablo Azevedo Vieira dos Santos, mais conhecido co “Marão”, e Mateus Rafael Passos Gomes dos Santos, o “Friza”, morreram em confronto com a polícia na manhã desta quinta-feira (12/7), em Jauá, no município de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador (RMS)

A dupla estava escondida em um imóvel e foi localizada pela polícia durante uma operação conjunta entre as polícias Civil e Militar, integrada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Coordenação de Operações Especiais (COE) e guarnições da Polícia Militar (PM). A operação foi para o cumprimento de mandado de prisão preventiva por diversos homicídios atribuídos a Pablo e Mateus.

Também participaram da morte do PM o Willian dos Santos Santana (Chokito), Cleber Costa Soares (Keka) e Emerson dos Santos (Leno), que estão sendo procurados pela polícia.

Ainda conforme as investigações do DHPP, Pablo e Mateus são responsáveis também pelas mortes de Jair do Nascimento Santos, Iuri Lopes Souza, Maílson Santos da Costa, Valter José de Freitas, Antônio Carlos Batista, Valter José de Freitas, Israel de Oliveira Celestino e Gilmar Maia Costa, ocorridas entre 2017 e 2018, também na região do Nordeste de Amaralina.

Durante o cumprimento do mandado de prisão, Pablo e Mateus receberam a polícia a tiros e os dois foram feridos durante o confronto. Eles foram socorridos para uma unidade hospitalar da região e não resistiram aos ferimentos.

Com os dois foram apreendidas duas pistolas calibres 380 e ponto 40, 13 munições de calibres ponto 40 e 380, além de dois aparelhos celulares, uma quantia em dinheiro de R$ 50 e um relógio.

 

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