Gerente do tráfico de drogas morre em confronto com o COE; Ação apreende R$ 70 mil em drogas

Foto: Divulgação SSP

Três cães farejadores da Polícia Civil especialistas no faro de entorpecentes, localizaram 7 kg de pasta base de cocaína e maconha escondidos dentro de uma casa, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o flagrante aconteceu na tarde de quinta-feira (8), durante mais uma edição da operação Conhecer, Operar e Aproximar (COA). Duas pessoas foram presas na ação realizada pela Coordenação de Operações Especiais.

Equipes da 26a Delegacia Territorial (DT/Vila de Abrantes) também participaram da ação integrada, na região conhecida como Mutirão. Ainda segundo a SSP-BA, quando perceberam o cerco dos policiais, oito criminosos que estavam escondidos dentro de uma residência, atiraram e correram.

Na casa abandonada pelo bando, Funk e Jade (Cocker Spaniel) e Laika (Labrador) fizeram buscas minuciosas e encontraram um tablete de pasta base de cocaína e cinco tabletes de maconha prensada, avaliados em R$ 70 mil. Porções de maconha e crack embaladas para venda também foram achadas.

Enquanto os animais farejavam dentro da casa e no quintal, as equipes táticas da COE continuavam a perseguição contra oito traficantes e homicidas. Após confronto, Wenerson de Jesus da Silva, 24 anos, o ‘Sinho’, apontado como gerente da quadrilha, foi atingido, e socorrido para o hospital Menandro de Faria, mas não resistiu.

Caile Gomes Santos, 18, e Mateus Souza da Silva, 19, o ‘Toso’, indicado como braço direito de Sinho, foram interceptados e presos em flagrante. Com a quadrilha os investigadores encontraram também uma pistola austríaca calibre 9mm (uso restrito), carregador, munições, roupas camufladas, celulares e R$ 1 mil em espécie.

A dupla e os materiais apreendidos foram apresentados, na 26a DT (Vila de Abrantes). “A operação COA visita mensalmente bairros e localidades com indicativo de presença do tráfico. Aproximamos com a população, mas quando entramos no terreno, temos indicativos dos locais usados como esconderijos pelas lideranças”, explicou o coordenador da COE, delegado André Viana.

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