Nesta quarta-feira (23), o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDDM) celebrou seu primeiro aniversário, consolidando um marco inédito nos 37 anos de emancipação política do município.
Pela primeira vez na história, a cidade conta com uma Secretaria e um Conselho dedicados exclusivamente à defesa dos direitos das mulheres e à participação social na construção de políticas públicas.
Criado para ser um espaço de escuta, diálogo e construção coletiva, o CMDDM encerra seu primeiro ano com a missão cumprida de aproximar as mulheres das discussões sobre seus próprios direitos e ampliar a presença feminina nos espaços de debate da sociedade.Diálogo, esporte e mobilizaçãoAo longo dos últimos 12 meses, a atuação do Conselho foi marcada por uma linguagem diversa e próxima da comunidade.
O órgão promoveu rodas de conversa, atividades de mobilização e até um torneio de futebol feminino – iniciativas que transformaram demandas, desafios e conquistas em pautas de diálogo aberto com a população.Mais do que eventos, as ações criaram um canal institucional permanente entre a sociedade civil e o poder público, permitindo o acompanhamento e o fortalecimento das políticas voltadas às mulheres.Participação que constrói história.
Um dos principais avanços destacados neste primeiro ano é a construção da identidade do Conselho a partir da atuação coletiva de suas conselheiras. De forma colaborativa, elas têm colocado as pautas femininas no centro das discussões do município.
“A existência do CMDDM amplia os espaços de participação das mulheres e reforça a importância da construção coletiva para o avanço das políticas públicas“, destaca a avaliação do primeiro ano de atuação.
Cada encontro, cada debate e cada atividade realizada representou uma oportunidade de ouvir diferentes experiências e transformar demandas reais em pautas de discussão.
Com um ano de história, o CMDDM reafirma seu compromisso com uma atuação baseada na participação, no diálogo e na defesa intransigente dos direitos das mulheres, fortalecendo de forma definitiva a presença feminina na construção da história de Madre de Deus.

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